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Rádio Escafandro

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Em cada episódio, uma investigação jornalística. Com uma hora de duração, os episódios são um mosaico de entrevistas inéditas, gravações em campo e áudios de arquivo, costurados pela narração do jornalista Tomás Chiaverini. Os temas são os mais variados e a abordagem é sempre profunda, irreverente e inusitada.

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158: Sobre bombas e advogados
APR 15, 2026
158: Sobre bombas e advogados
No dia 7 de abril de 2026, o presidente norte-americano Donald Trump deu um ultimato ao Irã que soou como a confissão antecipada de um crime de guerra. “Uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais ser ressuscitada”, foi a frase de Trump.O alardeado crime de guerra não aconteceu. Trump voltou atrás num cessar-fogo supostamente acordado com o Irã. Mas, existem vários outros crimes ao qual o republicado deveria responder.Ele bombardeou barcos civis na Venezuela, torpedeou uma fragata iraniana matando mais de cem homens e abandonou os sobreviventes à própria sorte. Além disso, tanto na Venezuela quanto no Irã, agiu sem o aval da ONU ou do Congresso americano, o que é ilegal.Mas quem diz o que é legal ou ilegal em termos de guerra?O episódio 158 de Escafandro mergulha nas leis sobre conflitos armados. De onde vem a legislação que regulamenta o que pode ou não ser feito em campo de batalha? Como surgiram as várias convenções de Genebra? Como as campanhas bélicas de Donald Trump se enquadram nesse arcabouço legal?Mergulhe mais fundoAs regras da Guerra (link para compra)Lembrança de SolferinoEpisódios relacionados52: A guerra de Mohsen70: Os generais e o cerco a Brasília157: Vinte dentes naturaisEntrevistado do episódioJoão Paulo CharleauxJornalista e escritor, foi correspondente do Nexo em Paris, comenta temas ligados a conflitos internacionais na CNN além de colaborar para veículos como O Globo, Folha de S.Paulo, Carta Capital, piauí e UOL. É autor do recém-lançado "As regras da Guerra" (Zahar).
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68 MIN
157: Vinte dentes naturais
APR 1, 2026
157: Vinte dentes naturais
Em agosto de 1942, no auge da Segunda Guerra Mundial, submarinos nazistas afundaram navios na costa brasileira. O Brasil, que ainda mantinha relações com os dois lados do conflito, se viu obrigado a entrar numa guerra para a qual não tinha qualquer preparação.Foi formada então a Força Expedicionária Brasileira (FEB), que viajou até a Itália para auxiliar as forças aliadas contra o Eixo. Quase 25 mil pracinhas passaram nove meses combatendo no maior conflito armado da humanidade, ajudando a libertar cidades italianas do domínio nazista.Quando retornaram, porém, esses homens não foram considerados heróis por muito tempo. E trouxeram na bagagem romances com jovens italianas, traumas vividos na guerra, e um sentimento geral de admiração por um país aliado: os Estados Unidos da América.Num momento em que o governo de Donald Trump trouxe a guerra para o nosso quintal, o episódio 157 de Escafandro mergulha na missão da Força Expedicionária Brasileira na Segunda Guerra Mundial. Conta como o Brasil atuou na Itália, como essa missão ajudou a moldar nossas Forças Armadas de hoje e reflete sobre o que ela nos ensina a respeito de possíveis futuros conflitos.Mergulhe mais fundoBarbudos, sujos e fatigados: Soldados Brasileiros na Segunda Guerra Mundial (link para compra)Histórias de um pracinha da Segunda Guerra Mundial (link para compra)Os brasileiros e a Segunda Guerra Mundial (link para compra)A dupla face da guerra: a FEB pelo olhar de um prisioneiro (link para compra)Episódios relacionados#70: Os generais e o cerco a Brasília#109: General bom, general mau#142: Heil TrumpEntrevistados do episódioIsalete LealPedagoga e diretora da Associação dos Ex-Combatentes do Brasil em Valença.Mario PereiraGuia turístico e palestrante. Ex-administrador do Monumento Votivo Militar Brasileiro de Pistoia. Francisco Cesar Alves FerrazDoutor em História pela Universidade de São Paulo (USP), professor do Departamento de História da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Autor de "Os brasileiros e a Segunda Guerra Mundial" (Zahar, 2005).Cristina FeresMestre em História Social pela Universidade de São Paulo (USP). Autora de "A dupla face da guerra: a FEB pelo olhar de um prisioneiro" (Editora Intermeios, 2023).Piero LeirnerAntropólogo, professor da Universidade Federal de São Carlos. Autor de livros como “O Brasil no Espectro de uma Guerra Híbrida" (Alameda Casa Editorial, 2020), e "Dois ensaios sobre magia política" (Editora Hucitec, 2025).Ficha técnicaProdução, reportagem e edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia FurnariDireção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini
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72 MIN
156: Sociedade tarja preta - O mundo lá fora
MAR 18, 2026
156: Sociedade tarja preta - O mundo lá fora
Na segunda e última parte do mergulho na crise planetária de saúde mental, seguimos em busca de respostas pra uma das grandes perguntas do nosso tempo: vivemos uma epidemia de sofrimento psíquico, ou de drogas psicoativas para combater esse sofrimento.Neste episódio, além de trazer mais motivos para o excesso de medicalização, o foco se volta também para os fatores sociais, culturais, econômicos  e ambientais que têm impactado nossa saúde mental.Mergulhe mais fundoO que os psiquiatras não te contam ⁠(link para compra)⁠A institucionalização Invisível: Crianças que não aprendem na escola (link para compra)Anatomia de uma epidemia: pílulas mágicas, drogas psiquiátricas e o aumento assombroso da doença mental (⁠link para compra⁠)⁠A epidemia de doença mental - Revista Piauí⁠Episódios relacionados⁠#59: Sonhos de zolpidem⁠⁠#62: Não sou mais o Pedro - Capítulo 1: Eletroconvulsoterapia ⁠⁠#63: Não sou mais o Pedro - Capítulo 2: Internação⁠⁠#137: Os segredos psicodélicos da Jurema Sagrada⁠Entrevistados do episódio⁠Juliana Belo Diniz⁠Psiquiatra, psicoterapeuta e especialista em pesquisa clínica. Pesquisadora do Programa Transtornos do Espectro Obsessivo Compulsivo do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP). Autora de "O que os psiquiatras não te contam" (Fósforo Editora).Maria Aparecida Affonso MoysésMédica pediatra, professora  da Faculdade de Ciências Médicas Unicamp, coordenadora do Laboratório de Estudos sobre Aprendizagem, Desenvolvimento e Direitos, da Unicamp, autora do livro A institucionalização invisível: crianças que não aprendem na escola. É militante do Despatologiza - Movimento pela Despatologização da Vida.⁠Dayana Rosa ⁠Doutora em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IMS/UERJ). Gerente de Saúde Mental e Relações Institucionais no Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS).Ficha técnicaEdição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Locução adicional: Priscila Pastre.Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
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66 MIN
155: Sociedade tarja preta - A resposta química
MAR 11, 2026
155: Sociedade tarja preta - A resposta química
Em 2017, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que a depressão é a maior causa de invalidez no mundo. Atualmente mais de um bilhão de pessoas sofrem de algum transtorno mental ao redor do planeta.Uma em cada oito pessoas. Ou 12,5% da população mundial. Essa prevalência é maior entre crianças e adolescentes e varia de acordo com o país. Os brasileiros, por exemplo, parecem sofrer mais com os males da mente do que a média global.O estudo mais recente produzido em âmbito nacional sobre o tema, sintomaticamente, não foi feito pelo Ministério da Saúde, mas pelo Ministério da Previdência Social. Afinal, pessoas com transtornos mentais costumam faltar ao trabalho. São menos produtivas.A pesquisa mostra que em 2024, houve quase meio milhão de afastamentos por motivos relacionados à mente, sendo que ansiedade e depressão são os principais problemas. Esse número representa um aumento de quase 70% em dez anos.Em paralelo, existe um aumento vertiginoso na prescrição de drogas psicoativas. Segundo uma pesquisa feita pelo instituto de estudos para políticas de saúde (IEPS), usando dados do Sistema Único de Saúde, a prescrição de drogas para tratar saúde mental aumentou 50% em uma década.Diante disso, esse episódio tenta responder a uma pergunta inquietante: estamos vivendo uma epidemia de depressão, ansiedade, déficit de atenção e outros transtornos mentais; ou uma epidemia de drogas psicoativas receitadas com base em diagnósticos relapsos e apressados?Mergulhe mais fundoO que os psiquiatras não te contam (link para compra)Anatomia de uma epidemia: pílulas mágicas, drogas psiquiátricas e o aumento assombroso da doença mental (link para compra)A epidemia de doença mental - Revista PiauíEpisódios relacionados#59: Sonhos de zolpidem#62: Não sou mais o Pedro - Capítulo 1: Eletroconvulsoterapia #63: Não sou mais o Pedro - Capítulo 2: Internação#137: Os segredos psicodélicos da Jurema SagradaEntrevistados do episódioJuliana Belo DinizPsiquiatra, psicoterapeuta e especialista em pesquisa clínica. Pesquisadora do Programa Transtornos do Espectro Obsessivo Compulsivo do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP). Autora de "O que os psiquiatras não te contam" (Fósforo Editora).Dayana Rosa Doutora em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IMS/UERJ). Gerente de Saúde Mental e Relações Institucionais no Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS).Ficha técnicaEdição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Locução adicional: Priscila Pastre.Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
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54 MIN