O Assunto
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Um grande assunto do momento discutido com profundidade. Natuza Nery vai conversar com especialistas, com personagens diretamente envolvidos na notícia, além de jornalistas e analistas da TV Globo, do g1, da Globonews e demais veículos do Grupo Globo para contextualizar, explicar e oferecer diferentes pontos de vista sobre os assuntos mais relevantes do Brasil e do mundo. O podcast O Assunto, em comemoração aos 5 anos de existência, selecionou os 10 episódios essenciais para todo ouvinte na playlist 'This Is O Assunto'. Ouça agora no Spotify: https://open.spotify.com/playlist/37i9dQZF1DXdFHK4Zrimdk

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Estamos comendo proteína demais?
FEB 9, 2026
Estamos comendo proteína demais?
Convidada: Nadine Marques, nutricionista, doutora em saúde pública pela Faculdade de Saúde Pública da USP e pesquisadora da Cátedra Josué de Castro de sistemas alimentares saudáveis e sustentáveis na mesma instituição. Ela é um dos três macronutrientes essenciais para o corpo humano e tem papel fundamental na formação de células e tecidos, na defesa do organismo e na regulação de processos vitais. Na alimentação, pode ser encontrada principalmente em carnes, ovos e laticínios. Nos últimos anos, porém, se tornou uma febre nas prateleiras dos supermercados. Rótulos de bebidas, chocolates e diversos produtos industrializados passaram a estampar a quantidade de proteína adicionada. O whey protein, suplemento feito a partir do soro do leite, se popularizou e virou um sucesso de receitas fitness nas redes sociais. A proteína está no centro de uma indústria bilionária: uma consultoria especializada em alimentação estima que esse mercado tenha movimentado mais de US$ 55 bilhões em 2024, com projeção de alcançar quase US$ 130 bilhões em dez anos. Neste episódio, Natuza Nery entrevista a nutricionista e doutora em saúde pública pela USP Nadine Marques para analisar as consequências do superconsumo de proteínas para a saúde. Ela, que é pesquisadora da Cátedra Josué de Castro de sistemas alimentares saudáveis e sustentáveis, explica em que situações as pessoas realmente precisam aumentar o consumo desse nutriente e comenta também os aspectos sociais e culturais desse fenômeno.
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27 MIN
O pacote fura-teto para servidores da Câmara e do Senado
FEB 6, 2026
O pacote fura-teto para servidores da Câmara e do Senado
Convidados: Beatriz Rey, cientista política, pesquisadora na Universidade de Lisboa e pesquisadora visitante no Insper; e Joel Pinheiro da Fonseca, filósofo, economista, comentarista da GloboNews e colunista do jornal Folha de S.Paulo. Os projetos de lei que preveem reajustes e benefícios para servidores da Câmara e do Senado foram aprovados em caráter de urgência e em votação simbólica, na terça-feira (3). Nos textos, um conjunto de benesses que contempla aumentos salariais programados até 2029, um dia de folga a cada três dias trabalhados – folgas estas que podem ser convertidas em dinheiro – e gratificações por desempenho chegam a até 100% do salário. Na prática, isso pode até dobrar a remuneração e estourar o teto constitucional do funcionalismo, hoje em R$ 46.366. Nesta quinta (5), houve reação. O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, concedeu uma liminar suspendendo os chamados "penduricalhos" ilegais nos três Poderes da República, e determinou um prazo de 60 dias para a revisão dessas verbas. Na decisão, ele citou o “auxílio-peru” e o “auxílio-panetone” como exemplos de que essas indenizações vêm sendo usadas para “turbinar salários”. Em entrevista a Natuza Nery, a cientista política Beatriz Rey, pesquisadora na Universidade de Lisboa e pesquisadora visitante no Insper, comenta o impacto desse pacote nas contas públicas (quase R$ 800 milhões no Orçamento de 2026) e avalia o efeito simbólico desse gasto. Natuza conversa também com o filósofo e economista Joel Pinheiro da Fonseca. Comentarista da GloboNews e colunista do jornal Folha de S.Paulo, Joel analisa o cenário político que permitiu um grande acordo no Congresso para aprovar os reajustes.
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29 MIN
O Código de Ética para ministros do Supremo
FEB 4, 2026
O Código de Ética para ministros do Supremo
Convidados: Felipe Recondo, autor do livro "O Tribunal: como o Supremo se uniu ante a ameaça autoritária", fundador do canal no YouTube Recondo e os Onze e apresentador do podcast Sem Precedentes; e com Oscar Vilhena, doutor em Ciência Política pela USP, professor da FGV Direito SP e autor de "Constituição e sua reserva de Justiça". No discurso que abriu o ano do Judiciário, o ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que a prioridade da sua gestão será a criação de um Código de Ética para os integrantes da Corte. Na primeira sessão de 2026, realizada na segunda-feira (2), ele também indicou que a ministra Cármen Lúcia será a relatora do tema. O presidente do STF destacou a atuação do tribunal em momentos críticos, como na defesa do processo eleitoral e das urnas eletrônicas, mas ponderou que “o momento histórico é também de autocorreção”. A proposta é uma ideia antiga de Fachin e foi recebida com resistência por outros integrantes da Corte, afirma Felipe Recondo, jornalista especializado em Supremo e autor do livro "O Tribunal: como o Supremo se uniu ante a ameaça autoritária". Em entrevista a Natuza Nery, ele analisa quais são as chances de um código de ética prosperar agora. Depois, a conversa é com Oscar Vilhena, doutor em Ciência Política pela USP, professor da FGV Direito SP e autor de "Constituição e sua reserva de Justiça". Vilhena integra o grupo da OAB-SP que formulou uma proposta de código de conduta para os ministros do STF, já entregue a Fachin. Ele explica o que diz o texto e defende que sua aprovação seria uma medida de proteção da democracia e do próprio Judiciário.
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28 MIN