Desde a Revolução Industrial a tensão entre homem e máquina permeia o mundo do trabalho. Até hoje, na maior parte das vezes prevalece a ideia de que nada pode parar o progresso e o que resta aos trabalhadores é se atualizar: aprender a operar as máquinas e assim sobreviver. <br /><br />O mesmo acontece agora com a disseminação massiva da IA no mundo do trabalho. Os modelos de inteligência artificial não apenas realizam tarefas, mas já mediam processos seletivos, avaliam desempenho de trabalhadores e convocam para um futuro onde sequer exista o trabalhador que opera as máquinas. Se esse futuro é realista ou não, pouco se sabe, mas é fato que cada vez mais empresas investem e obrigam seus funcionários a operar essas tecnologias. <br /><br />Para conversar sobre a incerteza sobre o futuro do trabalho, Andrea Dip conversa com a socióloga e psicanalista Marta Bergamin, coordenadora do curso de pós-graduação em Sociopsicologia e professora da Fesp (Fundação Escola de Sociologia e Política).<br /><br />Ouça agora. <br /><br />Curso Pública de Jornalismo: inscreva-se no programa de trainee da Agência Pública até 15/05. Exclusivo para pessoas negras, indígenas e trans que tenham concluído a graduação em jornalismo nos últimos 3 anos: <a href="https://apublica.org/2026/04/curso-publica-de-jornalismo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">apublica.org/curso-publica-de-jornalismo</a><b><br /></b><br /><br />Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em <b><a href="http://apoie.apublica.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">apoie.apublica.org</a> </b>ou faça um pix de qualquer valor para <b>
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