<p>Após uma longa e demorada pausa o Artifex está de regresso! Neste episódio, o último da série dedicada exclusivamente à vida e obra de Michelangelo di Lodovico Buonarroti Simoni, retomaremos a narrativa das Vite de Vasari. O nosso artista encontra-se agora em Florença durante o episódio do cerco que teve lugar entre 24 de Outubro de 1529 e 10 de agosto de 1530. Vasari descreve as suas deambulações por Ferrara e Veneza e descreve através de mais uma extraordinária écfrase, o magnífico e revolucionário Juízo Final pintado entre os pontificados de Clemente VII e Paulo III. Entre diversas pequenas histórias ilustrativas da misantropia e excentricidade de Miguel Ângelo, Vasari conclui o seu relato com as bizarras circunstâncias que envolveram a sua morte e o transporte do corpo para Florença. Por último, e num declarado exercício de auto-elogio, Vasari procura justificar o carácter florentino do velho mestre e instituir-se enquanto seu legítimo herdeiro.  </p>
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ARTIFEX

Vasco Medeiros

ARTIFEX 16 - Michelangelo Buonarroti: o arquétipo do artista ideal e idealizado - PARTE IV

DEC 30, 202359 MIN
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ARTIFEX 16 - Michelangelo Buonarroti: o arquétipo do artista ideal e idealizado - PARTE IV

DEC 30, 202359 MIN

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<p>Após uma longa e demorada pausa o Artifex está de regresso! Neste episódio, o último da série dedicada exclusivamente à vida e obra de Michelangelo di Lodovico Buonarroti Simoni, retomaremos a narrativa das Vite de Vasari. O nosso artista encontra-se agora em Florença durante o episódio do cerco que teve lugar entre 24 de Outubro de 1529 e 10 de agosto de 1530. Vasari descreve as suas deambulações por Ferrara e Veneza e descreve através de mais uma extraordinária écfrase, o magnífico e revolucionário Juízo Final pintado entre os pontificados de Clemente VII e Paulo III. Entre diversas pequenas histórias ilustrativas da misantropia e excentricidade de Miguel Ângelo, Vasari conclui o seu relato com as bizarras circunstâncias que envolveram a sua morte e o transporte do corpo para Florença. Por último, e num declarado exercício de auto-elogio, Vasari procura justificar o carácter florentino do velho mestre e instituir-se enquanto seu legítimo herdeiro.  </p> <p> </p>