#38 Future Enterprise Show com João Paulo Cabecinha
OCT 11, 202249 MIN
#38 Future Enterprise Show com João Paulo Cabecinha
OCT 11, 202249 MIN
Description
<p>As ideias têm vindo a marcar o percurso profissional de João Paulo Cabecinha, executive board member da Glintt que, em conversa com Gabriel Coimbra da IDC, e Fernando Bação, da Nova IMS, falou deste e de outros temas, explicando: “Segunda-feira de manhã para mim é sempre um recomeço para o qual levo muitas expetativas e muita energia.”</p>
<p>Em mais uma edição da iniciativa Future Enterprise Show (FES), João Paulo Cabecinha revelou que tem procurado “ter na sua atividade profissional um prazer e recompensa muito elevados”.</p>
<p>Por outro lado, a necessidade de reinvenção surge associada à ideia de que “vamos tendo várias carreiras enquanto profissionais e vários percursos”. O responsável da Glintt lembra que tem tido essa sorte “de conseguir abraçar sempre novos desafios e encarar isso como algo extremamente positivo e fundamental”</p>
<p>E como será que este responsável olha para o setor de serviços de TI? João Paulo Cabecinha reconhece que “tentar perceber qual a empresa do futuro e como é que se devem estruturar” é algo “apaixonante” para si.</p>
<p>Na verdade, cada vez mais, as empresas são organizações que funcionam em rede e em ecossistemas, motivo pelo qual “a capacidade de se estabelecerem boas ligações e bons modelos de funcionamento com terceiros é absolutamente fundamental”, mais ainda “nas TIC, ´área na qual isso é, hoje em dia, a chave do sucesso”.</p>
<p>O estabelecimento de parcerias entre fornecedor e empresa é ainda algo pouco visto em Portugal, mas João Paulo Cabecinha diz-se “um otimista por natureza” pelo que acredita que o país tem “evoluído e dado grandes saltos neste campo, ultrapassando até barreiras culturais”.</p>
<p>Por outro lado, importa não esquecer que as grandes organizações em Portugal “já têm maturidade para perceberem que ter recursos seniores que conseguem falar uma linguagem de negócio e transferir isso para tecnologia é um ativo fundamental”. Neste campo, também a administração publica está a trilhar o seu caminho com sucesso: “Há aqui uma evolução muito positiva.”</p>
<p>Apontando o dedo à competitividade, João Paulo Cabecinha recorda que “os centros de competência são uma oportunidade para as empresas de tecnologia perceberem que não podem ficar reféns do mercado nacional”. O plano estratégico da Glintt, por exemplo, passa pela “ambição de aumentar o peso dos serviços para fora de Portugal”.</p>
<p>A olhar para o futuro, “Io, 5G e a capacidade de ter todos os ativos permanentemente monitorados e ligados” são as tecnologias a ter em conta, diz este responsável.</p>
<p>Antes de terminar a conversa ficam duas sugestões de leitura: “Inteligência Emocional”, de Daniel Goleman, um livro “que aborda questões mais presentes do que nunca”; “Humanocracy”, que aborda novos modelos de organização nas empresas.</p>