<p><strong>“Não existe produção privada de ópera”</strong></p>
<p><br></p>
<p>Não, Breno não se referia ao <strong>Opera Mundi</strong>, site do qual é fundador. Breno Altman, um dos mais importantes jornalistas brasileiros, entende que só é possível preservar a <em>função social do jornalismo</em> se este passar a ser tratado como é tratada a música clássica.</p>
<p><br></p>
<p>Contando com intervenções de Matheus Madeira, presidente do PT de Tubarão, Gilberto Madeira, coordenador da TVRSul (não, não são parentes), Claudia Weinman, fundadora do A Fronte Jornalismo e Janaína Santos, coordenadora do setor de comunicação do MST de Santa Catarina, a conversa com Breno foi sobre os impasses na relação entre o Estado e a Mídia.</p>
<p><br></p>
<p>Além de tratar da crise do jornalismo enquanto função social, Breno nos falou sobre a crise do jornalismo enquanto <em>negócio, questão democrática e como arma da luta de classes</em>. É no imbricamento destas dimensões que Breno nos aponta a solução para o impasse da comunicação popular enquanto ferramenta de transformação social. </p>
<p><br></p>
<p>•••</p>
<p><br></p>
<p>A TVRSul é um veículo popular de luta na área de comunicação. Apoie através do PIX 14.058.141/0001-70 (Gilberto Fernandes Madeira). Caso possa, mande R$1,00 com o texto “Azul Encarnado”.</p>
<p><br></p>
<p>Confira a entrevista também pelo Youtube: </p>
<p>https://youtu.be/QDt4TFsWWrk</p>
<p><br></p>
<p>O Azul Encarnado é um dos braços do Comitê Popular de Lutas de Tubarão. Quer participar? Mande uma mensagem para nós no Instagram em @azul.encardo Apenas a mobilização popular poderá melhorar nossa vida comum.</p>