<description>&lt;p&gt;No registro oficial, Maria Lúcia da Silva. No ativismo e para os mais íntimos, Lucinha. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Psicóloga e uma das fundadoras de Geledés - Instituto da Mulher Negra, Lucinha também é um dos nomes na fundação AMMA - Psique e Negritude. Ela usa sua voz para falar das feridas psíquicas do racismo, denunciando a psicanálise que ignora a realidade brasileira. "Não tem mais escapatória, porque é no nosso corpo que mora nossa alma inteira. E o racismo incide exatamente no básico que a gente precisa ter acesso, né?"&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ao lado de Sueli Carneiro e Neca Setubal, ela reflete sobre o autocuidado da mulher negra como um ato político que transcende o presente e dá forças para a luta futura. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Siga o "Escute as Mais Velhas" no seu aplicativo de áudio favorito. Episódios novos sempre às terças-feiras. &lt;/p&gt;</description>

Escute as Mais Velhas

Fundação Tide Setubal

Maria Lúcia da Silva

MAY 26, 202651 MIN
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Maria Lúcia da Silva

MAY 26, 202651 MIN

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No registro oficial, Maria Lúcia da Silva. No ativismo e para os mais íntimos, Lucinha. Psicóloga e uma das fundadoras de Geledés - Instituto da Mulher Negra, Lucinha também é um dos nomes na fundação AMMA - Psique e Negritude. Ela usa sua voz para falar das feridas psíquicas do racismo, denunciando a psicanálise que ignora a realidade brasileira. "Não tem mais escapatória, porque é no nosso corpo que mora nossa alma inteira. E o racismo incide exatamente no básico que a gente precisa ter acesso, né?" Ao lado de Sueli Carneiro e Neca Setubal, ela reflete sobre o autocuidado da mulher negra como um ato político que transcende o presente e dá forças para a luta futura. Siga o "Escute as Mais Velhas" no seu aplicativo de áudio favorito. Episódios novos sempre às terças-feiras.