Esta semana falamos do ebook solidário sobre tendências para 2026 em marketing, negócios e vendas onde todas as vendas revertem a favor da Acreditar.A.

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Tendências para 2026 em marketing, negócios e vendas - e331s01

DEC 18, 2025-1 MIN
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Tendências para 2026 em marketing, negócios e vendas - e331s01

DEC 18, 2025-1 MIN

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Esta semana falamos do ebook solidário sobre tendências para 2026 em marketing, negócios e vendas onde todas as vendas revertem a favor da Acreditar. Livro em marketingporidiotas.pt/livro   Episódio de 18/12/2025   Grupo de WhatsApp: https://w.marketingporidiotas.pt    Resumi por IA   Neste episódio especial, os anfitriões Diogo Abrantes da Silva, Miguel Rão Vieira e Frederico Carvalho debatem as tendências que vão moldar o mercado em 2026. A discussão tem como base um e-book solidário com 28 tendências, compilado por Bernardo Ferreira, cujas receitas revertem na totalidade para a associação Acreditar, que apoia crianças e jovens com cancro.   Tendência 1: A Era do GEO (Generative Engine Optimization) Frederico Carvalho introduz a primeira tendência, da autoria de Miguel Maio, focada na evolução do SEO para o GEO. O conceito defende que a otimização já não se foca apenas em palavras-chave, mas sim em tornar o conteúdo numa fonte de autoridade, credibilidade e conhecimento técnico para ser a referência escolhida pelos motores de IA. A Perspetiva: Com o crescimento dos "zero-click searches" (pesquisas onde o utilizador obtém a resposta diretamente na página de resultados, sem clicar em links), o objetivo passa a ser que a IA cite a marca como fonte na sua resposta. Dados de Suporte: Frederico nota que estratégias como adicionar estatísticas e citar fontes credíveis aumentam a visibilidade em 15% a 30%, enquanto o antigo "keyword stuffing" é cada vez mais penalizado. O Contraponto de Miguel: Miguel Ramalho Vieira alerta que a era da "exposição grátis" acabou. Acredita que, ao contrário do SEO, o GEO não será uma substituição direta e que haverá um custo associado para as marcas serem destacadas, mudando o "trade-off" que existia com o Google. Tendência 2: A Chegada da Publicidade aos LLMs (Large Language Models) Miguel Ramalho Vieira aborda a tendência de João Nogueira: a inevitável chegada da publicidade a plataformas como o ChatGPT. Miguel considera isto mais uma certeza do que uma tendência para 2026. Como vai funcionar? Miguel discorda que a publicidade será "orgânica". Defende que os anúncios serão claramente identificados e separados do conteúdo gerado, para que o LLM não assuma responsabilidade pela mensagem publicitária. Nova Métrica: Ele especula sobre o fim do "custo por clique" neste novo formato, sugerindo um modelo de "custo por recomendação", onde o anunciante paga sempre que o seu produto ou serviço é sugerido pela IA, independentemente de haver um clique. A Plataforma: Fica a dúvida se a OpenAI irá desenvolver a sua própria plataforma de anúncios ou se irá integrar-se com o ecossistema da Microsoft (Bing), o seu maior investidor. Tendência 3: Hiperpersonalização Escalada por Inteligência Artificial Diogo Abrantes da Silva traz a tendência de Hugo Francisco, sobre como a IA vai ser um catalisador para criar experiências de cliente únicas e adaptadas em tempo real. O painel concorda, mas com nuances importantes. A Barreira Humana: Miguel acredita que a tecnologia já existe, mas o principal obstáculo é a resistência dos gestores de marketing em ceder o controlo à máquina, que é necessária para operar a este nível de personalização massiva. O Paradoxo da Personalização: Frederico recorda um episódio anterior sobre "algoritmocracia", alertando para o fosso entre a perceção e a realidade. Muitas marcas acreditam que estão a personalizar, mas os consumidores não o sentem, devido a bases de dados fragmentadas e a uma inconsistência na comunicação gerada pelos próprios algoritmos de otimização. Tendência 4: A Migração para Comunidades Exclusivas Frederico aborda a tendência de João Bernardo, que prevê uma migração das redes sociais abertas para canais fechados e comunidades exclusivas (Discord, WhatsApp Communities, apps próprias). O Porquê da Mudança: As plataformas abertas são descritas como "prisões" onde o alcance é controlado por algoritmos e as marcas correm o risco de ser banidas e perderem todo o seu negócio. Ter uma comunidade própria é uma forma de retomar o controlo. Exemplo Prático: Os anfitriões comparam o seu próprio alcance: um post no seu grupo de WhatsApp tem 200-300 visualizações, enquanto na página de LinkedIn mal chega a 100, demonstrando o valor de um canal direto. A Saturação: O alerta deixado é para o risco da "fadiga de comunidades". Com tantas marcas a criar os seus próprios espaços, o fator diferenciador será a qualidade da experiência e não apenas o acesso exclusivo. Tendência 5: A Sustentabilidade (de Novo, mas Diferente) Diogo defende que a sustentabilidade continua a ser uma tendência, não por ser novidade, mas porque será moldada por novas diretivas europeias que entram em vigor em 2026. Fim do Greenwashing Vago: Uma nova diretiva irá proibir alegações ambientais genéricas e a publicidade à "neutralidade carbónica" baseada apenas em compensações. Isto irá forçar uma mudança radical na comunicação das marcas. O Passaporte Digital de Produto: Outra diretiva irá introduzir um passaporte que permitirá ao consumidor escanear um produto e ver toda a sua pegada ambiental. Além disso, a destruição de produtos não vendidos (começando pelo vestuário) será proibida. O Contraponto de Miguel: Miguel argumenta que o "pico" da sustentabilidade na comunicação já passou e que o foco está a mudar para temas mais humanos, como a saúde mental. Ele teme que, perante a regulação, muitas empresas optem pelo "Green Hushing" – o silêncio total sobre o tema para evitar o risco de multas, em vez de comunicarem de forma transparente.     Sobre o Podcast Marketing por Idiotas O podcast Marketing por Idiotas é um podcast sobre marketing em Portugal. Neste podcast semanal falamos sobre notícias, irritações e inquietações sobre marketing digital e analógico. O podcast é apresentado pelos comentadores com lugar cativo o freelancer de marketing digital para ONGs Diogo Abrantes da Silva, o formador e consultor Frederico Carvalho e o CEO da pkina.com e funis.pt Miguel Rão Vieira.