Cristina Ovídio: "Comove-me a gentileza sem palco."
JUN 5, 2026132 MIN
Cristina Ovídio: "Comove-me a gentileza sem palco."
JUN 5, 2026132 MIN
Description
<p>A nossa convidada de hoje é a mais nova de 4 irmãos, e cresceu numa casa onde tanto havia lugar a conversas sobre ciência, brincadeiras de fazer haikus com o pai, dar explicações a crianças desfavorecidas para aprender a solidariedade, pertencer a um clube de aventuras a imitar os da Enid Blyton. </p><p>Cristina Ovídio é licenciada em Línguas e Literaturas Modernas com uma pós-graduação em Multimédia, foi professora do ensino secundário, coordenadora editorial da Oficina do Livro, trabalhou como editora-executiva naPlaneta e na Clube do Autor, e moderou o programa “Original é a Cultura”, uma parceria SPA e SIC, com a escritora Dulce Maria Cardoso, o físico Carlos Fiolhais e o musicólogo Rui Vieira Nery.</p><p>Em 2017, abriu a livraria-bar Menina e Moça, em Lisboa, noCais do Sodré e é lá que leva a cabo várias atividades relacionadas com o livro e com a cultura. O clube de leitura é um exemplo, mas também conversas com autores, leituras de poesia e até, numa base regular, concertos de jazz. </p><p>Nesta conversa atravessamos a sua biografia, os seus gostos, as suas influências, as suas memórias, o seu propósito.</p><p>Poemas: </p><p>Fernando Pessoa, Nesse número do Orpheu que há-deser feito</p><p>Quase . Mário de Sá-Carneiro </p><p>Ruy Belo – E tudo era possível</p><p>Adélia Prado – Amor Feinho </p><p>Cesário Verde- Contrariedades</p><p>Adília Lopes, Só gosto das pessoas boas</p><p>António Franco Alexandre, Na lista dos teus fins venho nofim</p><p>Bernardim Ribeiro, Antre mim mesmo e mim</p><p>Federico García Lorca, Mamã. Eu quero ser de prata.</p><p>William Shakespeare, Soneto 30 (tradução de Vasco GraçaMoura), Quando em meu mudo e doce pensamento</p><p>Alexandre O’ Neill, O Poema Pouco Original do Medo</p><p>Maria do Rosário Pedreira, Se partires, não me abraces</p><p>Sophia de Mello Breyner Andresen, Soror Mariana – Beja</p><p>Matsuo Bashô, Quero ainda ver</p><p></p><p><br /></p><p>Quando era pequena ouvia poemas ditos de cor pelo seupai, António Manuel Baptista, físico, escritor, professor e divulgador deciência, mas também um grande leitor de poesia.</p>