<p>"Eu acho que a primeira função de qualquer ser humano é ser mãe, seja homem ou mulher."</p><p>Eduardo Sá é psicólogo clínico e psicanalista, professor da Universidade de Coimbra e do ISPA, em Lisboa. </p><p>Autor de vários livros e presença regular na imprensa, assina actualmente um programa diário na rádio Observador. </p><p>Começou cedo a ler, mas também a escrever poesia, de tal modo que quando era adolescente lhe passou pela cabeça deixar de estudar para se dedicar à escrita, porque tinha a intenção de vir a ser poeta. </p><p>É esse o ponto de partida para esta conversa, que foi gravada ao vivo na livraria Arquivo, em Leiria. </p><p>A partir de alguns dos poemas de que mais gosta, conversamos sobre o seu percurso e a sua vida, mas também sobre as crianças, os adolescentes e a importância da educação familiar e escolar, e, claro, sobre saúde mental. </p><p>Poemas:</p><p>1 - O amor como em casa - Manuel António Pina</p><p>2 - Perdidamente - Florbela Espanca</p><p>3 - Tabacaria - Álvaro de Campos </p><p>4 - Quase - Mario Sa Carneiro</p><p>5 - Para o meu coração  - Pablo Neruda</p><p>6 - Manuel Bandeira - O ultimo poema</p><p>7 - Eugénio de Andrade - É urgente o amor</p><p>8 - Daniel Faria - As mulheres aspiram a casa para dentrodos pulmões </p><p>9 - Não sei se me interessei pelo rapaz - Adília Lopes</p><p></p><p><br /></p>

O Poema Ensina a Cair

Raquel Marinho

Eduardo Sá: "Se eu mandasse, destacava a poesia da língua portuguesa e fazia uma disciplina obrigatória de poesia ao longo de toda a formação escolar. "

JAN 9, 202681 MIN
O Poema Ensina a Cair

Eduardo Sá: "Se eu mandasse, destacava a poesia da língua portuguesa e fazia uma disciplina obrigatória de poesia ao longo de toda a formação escolar. "

JAN 9, 202681 MIN

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<p>"Eu acho que a primeira função de qualquer ser humano é ser mãe, seja homem ou mulher."</p><p>Eduardo Sá é psicólogo clínico e psicanalista, professor da Universidade de Coimbra e do ISPA, em Lisboa. </p><p>Autor de vários livros e presença regular na imprensa, assina actualmente um programa diário na rádio Observador. </p><p>Começou cedo a ler, mas também a escrever poesia, de tal modo que quando era adolescente lhe passou pela cabeça deixar de estudar para se dedicar à escrita, porque tinha a intenção de vir a ser poeta. </p><p>É esse o ponto de partida para esta conversa, que foi gravada ao vivo na livraria Arquivo, em Leiria. </p><p>A partir de alguns dos poemas de que mais gosta, conversamos sobre o seu percurso e a sua vida, mas também sobre as crianças, os adolescentes e a importância da educação familiar e escolar, e, claro, sobre saúde mental. </p><p>Poemas:</p><p>1 - O amor como em casa - Manuel António Pina</p><p>2 - Perdidamente - Florbela Espanca</p><p>3 - Tabacaria - Álvaro de Campos </p><p>4 - Quase - Mario Sa Carneiro</p><p>5 - Para o meu coração  - Pablo Neruda</p><p>6 - Manuel Bandeira - O ultimo poema</p><p>7 - Eugénio de Andrade - É urgente o amor</p><p>8 - Daniel Faria - As mulheres aspiram a casa para dentrodos pulmões </p><p>9 - Não sei se me interessei pelo rapaz - Adília Lopes</p><p></p><p><br /></p>