<p>Recebemos <strong>Samuel Úria</strong>, o trovador de patilhas, como alguém lhe chamou.</p><p>Músico, compositor, escritor de canções, com vários discos no curriculum, alguns prémios, como o mais recente Globo de Ouro para melhor canção com 2000 A. D. </p><p>Tem uma relação precoce com a palavra, primeiro enquanto leitor e escritor de poemas meio às escondidas. Depois, ganhou um prémio literário num concurso da escola, e as coisas passaram a ser diferentes. </p><p>Conta-nos que ler e escrever foram das grandes descobertas da sua vida, e será também por isso que algumas letras que vem fazendo dialogam com poemas publicados. </p><p>Escolheu, como costuma acontecer, alguns poemas para servirem de rede à nossa conversa, onde todos os temas são bem vindos, até religião e política. </p><p>Poemas:</p><p>O tempo aprazado, Ingeborg Bachmann (tradução de João Barrento)</p><p>Miguel Duarte – Agora é que o mundo vai conhecer a peste</p><p>Carlos Drummond de Andrade – Confissão </p><p>Alexandre O’ Neill – Um Adeus Português</p><p>Leonard Cohen – Take this longing (tradução de Samuel Úria)</p><p></p>

O Poema Ensina a Cair

Raquel Marinho

Samuel Úria: "Eu acho que o Cohen é o maior poeta dos músicos e o maior músico dos poetas. "

JAN 23, 2026115 MIN
O Poema Ensina a Cair

Samuel Úria: "Eu acho que o Cohen é o maior poeta dos músicos e o maior músico dos poetas. "

JAN 23, 2026115 MIN

Description

<p>Recebemos <strong>Samuel Úria</strong>, o trovador de patilhas, como alguém lhe chamou.</p><p>Músico, compositor, escritor de canções, com vários discos no curriculum, alguns prémios, como o mais recente Globo de Ouro para melhor canção com 2000 A. D. </p><p>Tem uma relação precoce com a palavra, primeiro enquanto leitor e escritor de poemas meio às escondidas. Depois, ganhou um prémio literário num concurso da escola, e as coisas passaram a ser diferentes. </p><p>Conta-nos que ler e escrever foram das grandes descobertas da sua vida, e será também por isso que algumas letras que vem fazendo dialogam com poemas publicados. </p><p>Escolheu, como costuma acontecer, alguns poemas para servirem de rede à nossa conversa, onde todos os temas são bem vindos, até religião e política. </p><p>Poemas:</p><p>O tempo aprazado, Ingeborg Bachmann (tradução de João Barrento)</p><p>Miguel Duarte – Agora é que o mundo vai conhecer a peste</p><p>Carlos Drummond de Andrade – Confissão </p><p>Alexandre O’ Neill – Um Adeus Português</p><p>Leonard Cohen – Take this longing (tradução de Samuel Úria)</p><p></p>