Sara Duarte Brandão: "A Adília Lopes ensinou-me que a poesia vivia também em minha casa, vivia nas pessoas que eu conhecia, que era possível qualquer pessoa escrever um poema, ser um poema."
JUN 12, 2026104 MIN
Sara Duarte Brandão: "A Adília Lopes ensinou-me que a poesia vivia também em minha casa, vivia nas pessoas que eu conhecia, que era possível qualquer pessoa escrever um poema, ser um poema."
JUN 12, 2026104 MIN
Description
<p>"A poesia serve para sermos humanos, para sermos só alma. Para não sermos aquilo que fazemos. Para quando me perguntam o que é que eu sou, eu não responder com aquilo que eu estudei e aquilo que eu faço, mas responder comos sussurros das montanhas."</p><p>Sara Duarte Brandão nasceu no Porto. em 1997. Licenciada em Design de Comunicação e Mestre em Estudos Literários, Culturais e Interartes, é Facilitadora em Criação Artística Comunitária e doutoranda em Ciências da Educação com uma bolsa da FCT. </p><p>Escreve poesia e ficção, e os seus livros já lhe granjearam alguns prémios literários. O seu romance <em>Quem Tem Medo dos Santos da Casa</em> foi galardoado com o Prémio Literário Cidade de Almada – Romance (2023). Foi a vencedora da 2.ª edição do Prémio Wook Novos Autores (2025) tendo o júri destacado a forma como «revisita e transfigura os lugares-comuns da língua, atribuindo-lhes novos sentidos, com uma destreza reveladora de um invulgar talento literário».</p><p>Poemas:</p><p>— “Aprendizagens”, Ana Luísa Amaral;</p><p>— “<em>outros amaram em mim a mulher</em>”, Mar Becker; </p><p>— “XXXVII”, Maria da Graça Varella Cid;</p><p>— “<em>Não somos desses que vão pelo caminho é antes ocaminho</em>”, Adonis;</p><p>— “Mulher-Bordadora”, Maria Teresa Horta;</p><p>— “3.”, Vasco Gato;</p><p>— “13”, Alejandra Pizarnik;</p><p>— “81”, António Reis;</p><p>— “Sara”, Daniel Faria;</p><p>— “ir indo”, Joaquim Castro Caldas.</p><p></p>